Hoje, dia 15 de julho, é o Dia do Homem. Data besta, na minha opinião, apesar de que a virilidade esteja tão em baixa atualmente. Não é só um problema estatístico, o que sempre ocorreu pois as mulheres duram mais. O problema é que, dos que sobrevivem, muitos estão infantilizados ou coisa pior.
Gostaria de apresentar um “novo homem”: Gaudério Tareco.
Fiquei muito animado quando ele nasceu. Depois, acabei narrando seu crescimento. Agora o elevei à categoria de marcador, de modo que nos irá acompanhar neste blog.
O Gaudério será uma personificação do bricabraque, isto é, ele irá plasmar peças soltas. Na medida do possível, vou tentar acompanhar seu amadurecimento cronológico.
De repente, por exemplo, eu poderia até criar um encontro dele com Jason Bourne.
Você teria alguma outra sugestão?
Mostrando postagens com marcador Jason Charles Bourne. Mostrar todas as postagens
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15 de jul. de 2010
18 de mar. de 2010
Notícias de um blog
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Triste notícia: reabriu a clínica da rua Dona Mariana
Não teria havido flagrante quando da batida policial. Como se não houvesse indícios. (O túnel de fuga deve ser um encanamento da NET.)Alguns dos que agora me leem só encontraram este blog porque procuraram por aborto no Google. Outro indício.
Saia dessa, mas não pelo túnel, que ele não tem saída.
Vi um homem saindo de lá pela porta da frente, com um enorme saco preto na mão e a alma no chão.
O bingo da rua Dona Mariana continua funcionando a todo vapor
Com vizinhos assim, eu mesmo poderei ser preso por engano se não pagar arrego.A ditadura do desejo prossegue no governo
Sendo o que há de mais volúvel, é de admirar tamanha permanência.Tudo é questão de saber comprar o voto.
Alerta a Jason Bourne
Para ser católico faz falta ser catequizado pelo Olavo de Carvalho.Seu curriculo o avaliza: pretenso assessor do Papa, censor do Vaticano II, modelo de caridade pastoral.
Lugar para (quase) todas as opções intelectuais
O relativismo pós-moderno nivela com desempenadeira todas as cabeças: Dawkins, Obama, Hilary, Silas Malafaia. A do Papa está a prêmio.De #TGIF a #MusicOnMonday
A isto se chama weekend ou servilismo idiomático?Contracultura é inverter: Thanks Gosh It’s Monday e Music on Friday. A atitude diante do trabalho transforma seu rendimento.
Buraco na Lagoa quebra cubo da bicicleta
Em vez de a Prefeitura do Rio ficar mudando a cor das lixeiras, garis, caminhões, uniformes escolares, placas, etc., para azul, a fim de apagar a memória abóbora do prefeito anterior, invista esse dinheiro nas ciclovias.Quem paga o cubo da bicicleta que peguei emprestada?
Sérgio Cabral faz sucesso no teatro.
Assista à peça Não adianta chorar pelo petróleo derramado.Uma ética Global para homens-massa
A neutralidade Global consiste em dedicar vários minutos do seu noticiário a um bloco policial ou sobre saúde, mas citar por apenas alguns segundos graves questões políticas nacionais.Informar assim gera uma massa de pessoas sem opinião.
É preciso resgatar a cultura do debate em nosso país. Parece que, para o brasileiro, debate equivale a altercação! Seria bom aprender o velho estilo socrático ou o escolástico de disputa: antes de emitir minha opinião, reproduzo a sua com as minhas palavras e lhe pergunto se a expressei bem. Só então poderei lhe expor minha visão da questão, de forma racional e desapaixonada.
6 de jan. de 2010
Por que Jason Bourne é católico?
A questão é: por que David Webb (o nome verdadeiro de Jason Bourne) é um personagem católico? Fiquei com a impressão de que algumas figuras destacadas do cinema são católicas (Rambo rezando o rosário ou Schwarzenegger em Fim dos Dias).
Talvez seja forçação de barra minha, mas tudo bem: quero mesmo falar de três aspectos que me parece lhes vêm a calhar:
1º) Católicos são universais, protestantes são regionais. Ficaria estranho um ídolo anglicano ou um protagonista adepto do protestantismo suíço.
2º) Católicos vivem a moral das virtudes, não a moral legalista protestante. Faltaria jogo de cintura a esses personagens, capacidade de adaptação, reação instantânea. Nós falamos palavrão, bebemos e fumamos, mas praticamos as virtudes.
3º) Católicos almejam a santidade e procuram imitar os Santos, modelos de heroísmo. O convencimento protestante de que a natureza humana está completamente corrompida contradiria o perfil arrojado desses personagens.
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Talvez seja forçação de barra minha, mas tudo bem: quero mesmo falar de três aspectos que me parece lhes vêm a calhar:
1º) Católicos são universais, protestantes são regionais. Ficaria estranho um ídolo anglicano ou um protagonista adepto do protestantismo suíço.
2º) Católicos vivem a moral das virtudes, não a moral legalista protestante. Faltaria jogo de cintura a esses personagens, capacidade de adaptação, reação instantânea. Nós falamos palavrão, bebemos e fumamos, mas praticamos as virtudes.
3º) Católicos almejam a santidade e procuram imitar os Santos, modelos de heroísmo. O convencimento protestante de que a natureza humana está completamente corrompida contradiria o perfil arrojado desses personagens.
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Atribuíram à pena de Ludlum: um artigo definido, uma palavra comum e um epíteto exótico posposto. Tal seria a infame fórmula dos títulos de sucesso (por exemplo, O Código Da Vinci).
Naturalmente, os The Bourne XXX (Identity, Supremacy, Ultimatum, Legacy, Betrayal, etc.) não se enquadram, pois Bourne não é uma palavra comum. A não ser que se queira tomá-la como arcaísmo de boundary (fim, limite, fronteira).
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Jason Charles Bourne
2 de jan. de 2010
The Bourne Saga
Um sonho que realizo rara vez é pegar um monte de filme seriado e assisti-lo em dias seguidos para abarcar toda a história.
Quanto a Robert Ludlum, primeiro caí no laço de comprar a trilogia:
The Bourne Identity - 1980
The Bourne Supremacy - 1986
The Bourne Ultimatum - 1990
Nestes dias tranquilos de recesso, em que você twitta abóboras e ouve Eric Clapton cantando com B. B. King, a trilogia cinematográfica veio bem a calhar.
A história dos filmes é muito diferente, pois o venezuelano Carlos, o Chacal, em que se baseia a história, já estava perpetuamente preso quando saiu o primeiro filme.
Mas os longa-metragens são ótimos: têm um quê de drama (em parte tributável a Franca Potente) e estimulam a inteligência. Confesso que a minha tem estado adormecida nos últimos dias.
Após a morte de Ludlum, Eric Van Lustbader tem continuado a saga:
The Bourne Legacy - 2004
The Bourne Betrayal - 2007
The Bourne Sanction - 2008
The Bourne Deception - 2009
The Bourne Objective - prometido para 2010
Um roteiro para The Bourne Legacy está no limbo hollywoodiano. Já pensou se filmarem todos os episódios? Matt Damon provavelmente já seria vovô no The Bourne Objective.
Tenho um sonho: que Luciana Barroso convença a Universal Studios a contratar seu marido para filmar um Bourne no Rio de Janeiro.
Já pensou? Uma perseguição de carro descendo Santa Teresa a toda, virando no Aterro do Flamengo com sua soberba paisagem, mudança de pista para a contramão na altura do Morro da Viúva, carros caindo na enseada de Botafogo, ziguezague até pegar a rua São Clemente com o Corcovado dominando o fundo… Aí chegam no Humaitá, virarm à esquerda na Lagoa e vão pela praia até a Avenida Niemeyer. Mas o grande lance mesmo seriam carros despencando do Elevado do Joá e uma chegada alucinante na Barra da Tijuca…
Como em cada episódio ele perde um dos passaportes, só vai sobrar o brasileiro, que é o primeiro que aparece depois do americano no The Bourne Identity. No The Bourne Ultimatum (ganhador de três Oscars), Jason o utiliza para para entrar nos EUA, sob o nome Gilberto de Piento, pacato habitante de Osasco, São Paulo (veja mais aqui).
Já temos a Jornada Mundial da Juventude, fora a Copa e as Olimpíadas. Só falta a Expo Mundial 2020 e o Bourne.
Que tal o nome The Bourne Blooper para a versão tupiniquim?
Ouça a música do filme aqui (Extreme Ways, Moby).
Quanto a Robert Ludlum, primeiro caí no laço de comprar a trilogia:
The Bourne Identity - 1980
The Bourne Supremacy - 1986
The Bourne Ultimatum - 1990
Nestes dias tranquilos de recesso, em que você twitta abóboras e ouve Eric Clapton cantando com B. B. King, a trilogia cinematográfica veio bem a calhar.
A história dos filmes é muito diferente, pois o venezuelano Carlos, o Chacal, em que se baseia a história, já estava perpetuamente preso quando saiu o primeiro filme.
Mas os longa-metragens são ótimos: têm um quê de drama (em parte tributável a Franca Potente) e estimulam a inteligência. Confesso que a minha tem estado adormecida nos últimos dias.
Após a morte de Ludlum, Eric Van Lustbader tem continuado a saga:
The Bourne Legacy - 2004
The Bourne Betrayal - 2007
The Bourne Sanction - 2008
The Bourne Deception - 2009
The Bourne Objective - prometido para 2010
Um roteiro para The Bourne Legacy está no limbo hollywoodiano. Já pensou se filmarem todos os episódios? Matt Damon provavelmente já seria vovô no The Bourne Objective.
Tenho um sonho: que Luciana Barroso convença a Universal Studios a contratar seu marido para filmar um Bourne no Rio de Janeiro.
Já pensou? Uma perseguição de carro descendo Santa Teresa a toda, virando no Aterro do Flamengo com sua soberba paisagem, mudança de pista para a contramão na altura do Morro da Viúva, carros caindo na enseada de Botafogo, ziguezague até pegar a rua São Clemente com o Corcovado dominando o fundo… Aí chegam no Humaitá, virarm à esquerda na Lagoa e vão pela praia até a Avenida Niemeyer. Mas o grande lance mesmo seriam carros despencando do Elevado do Joá e uma chegada alucinante na Barra da Tijuca…
Já temos a Jornada Mundial da Juventude, fora a Copa e as Olimpíadas. Só falta a Expo Mundial 2020 e o Bourne.
Que tal o nome The Bourne Blooper para a versão tupiniquim?
Ouça a música do filme aqui (Extreme Ways, Moby).
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