Talvez seja forçação de barra minha, mas tudo bem: quero mesmo falar de três aspectos que me parece lhes vêm a calhar:
1º) Católicos são universais, protestantes são regionais. Ficaria estranho um ídolo anglicano ou um protagonista adepto do protestantismo suíço.
2º) Católicos vivem a moral das virtudes, não a moral legalista protestante. Faltaria jogo de cintura a esses personagens, capacidade de adaptação, reação instantânea. Nós falamos palavrão, bebemos e fumamos, mas praticamos as virtudes.
3º) Católicos almejam a santidade e procuram imitar os Santos, modelos de heroísmo. O convencimento protestante de que a natureza humana está completamente corrompida contradiria o perfil arrojado desses personagens.
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Atribuíram à pena de Ludlum: um artigo definido, uma palavra comum e um epíteto exótico posposto. Tal seria a infame fórmula dos títulos de sucesso (por exemplo, O Código Da Vinci).
Naturalmente, os The Bourne XXX (Identity, Supremacy, Ultimatum, Legacy, Betrayal, etc.) não se enquadram, pois Bourne não é uma palavra comum. A não ser que se queira tomá-la como arcaísmo de boundary (fim, limite, fronteira).
