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6 de ago. de 2012

Tudo vira apk e QR Code, até este blogue!

Cruzo os dedos para afirmar que nada tenho contra a Apple

Mas entre pagar cem dólares anuais para disponibilizar um app (iOS) deste blogue, e pagar nenhum centavo para disponibilizar um apk (Android), preferi a segunda opção.

Assim, com esse apk é possível receber as atualizações no celular.

Quem quiser instalar manualmente o meu aplicativo para Android, deverá seguir os seguintes passos:
  • Como já deve saber, é necessário ter autorizado a instalação de programas de terceiros, o que se faz marcando a opção “Fontes desconhecidas” em Configurações do sistema>Segurança.
  • Proceder a instalação colocando o arquivo APK no celular e clicando sobre o mesmo.
Também é possível baixar o arquivo através do seguinte QR Code. Fotografe e siga o link.

Qualquer dúvida, estou à disposição.


20 de jul. de 2012

AAA (Aplicativos Android para Arquitetos)

Com AAA não me refiro a um tipo de pilha, mas a uma lista de aplicativos que me tem auxiliado nas lides da profissão, e que gostaria de compartilhar aqui, como complemento à minha recente postagem sobre o Android.

1. Ferramentas de medição:
2. Revistas e inspiração:
3. Enciclopédias:
4. Desenho:
5. Cores:
E esse, é só para se divertir, lembrando do filme: Inception: Mobile Architect.

8 de jul. de 2012

Sete razões para escolher Android e não iPhone

Troquei de celular. Minha Palm Pixi morreu há três meses e me vi na necessidade de migrar de plataforma. (Permitam-me uma digressão: a pioneira Palm mereceria um estudo de caso acerca de sua incompetência empresarial.)

À hora de escolher, fui inexoravelmente compelido a optar pelo Android. Até o momento, superou minhas expectativas. Aponto abaixo as razões da minha escolha:

6. O Android permite customizar completamente sua área de trabalho. Para quem gosta de penduricalhos, widgets, coisas girando, etc., é muito bom. Abaixo aquela coisa quadrada de ícones antiquados. Há até uma mídia social para trocar essas soluções: http://mycolorscreen.com/.

5. O Android é open source, isto é, não se importa se você hackeia o telefone. E se o mercado de aplicativos pode conter lixo, não importa. Garimpagem faz parte da índole de qualquer bom comprador. Onde há liberdade de mercado há maior crescimento.

4. O Android é, verdadeiramente, multitarefa. Como um microcomputador, permite alternar entre os aplicativos, que rodam em paralelo. E, para meu consolo, é possível fechar os programas como eu fazia na Palm: apenas arrastando a janela para fora da tela. Além disso, o Android roda flash. Assim, é desnecessário usar buscadores customizados que se adaptem ao conteúdo da rede.

3. O Android roda numa centena de aparelhos, à sua escolha. O iPhone só roda em dois. Você pode optar por um celular com teclado, ou com troca de bateria, ou com tela maior, ou tela menor, com entrada HDMI, ou USB, etc. Além disso, Android é o que mais se vende no mundo. Fragmentação pode parecer confusão, mas é sinônimo de opção.

2. O Android é plug and play. Estou livre daquele maldito iTunes invasivo.

1. O Android é da Google. Ou seja: integra tudo.

Ø. iPhone é grife. E eu nunca pago por etiqueta.

É óbvio que, ao escolher o Android, abro mão da excelente assistência técnica e da robustez da maçã do Steve Jobs. Mas existem mais coisas nesse mundo da informática além de conforto e segurança.

Minha única frustração foi não ter encontrado um aplicativo decente para ler a Bíblia em várias línguas, como havia na Palm. Os que mais se assemelham são pagos e fechados, todos restritos aos critérios arbitrários da bíblia King James. É pura miopia intelectual dos desenvolvedores protestantes, assim como lamentável desinteresse e triste omissão dos desenvolvedores católicos. De qualquer jeito, isso também não existe para iPhone.

*****

Prometo para breve um aplicativo deste Depósito de ideias.

17 de mar. de 2011

Blog Reboot


Um velho amigo me dizia que, sempre que você troca de sistema operacional, deve já contar com um mês de adaptação, problemas e incompatibilidades.

Como acabei de trocar de computador pessoal, senti na pele a realização de tão sábia sentença. Hoje, após algumas semanas absorvido por instalações, atualizações e busca de soluções, consegui me sentar para escrever algo para este Depósito de ideias.

Serão singelas palavras, para compartilhar com vocês a suíte de programas gratuitos que elegi para compor minha modesta estação de trabalho.

Deskpot: cria áreas de trabalho extras. Pus cinco, uma de manutenção, uma para meus trabalhos em arquitetura, outra para o estudo das Letras Clássicas, etc. Cada qual tem seus próprios ícones, papel de parede, etc. Na barra de tarefas, comum a todas as áreas, ficaram os programas do Office.

Q-Dir: é um Explorer que exibe simultaneamente várias janelas. Visualizo ao mesmo tempo minha biblioteca de documentos, de imagens, áudios e downloads, facilitando a organização dos arquivos.

Gmail & GoogleCalendar Offline: acho que não preciso explicar. Deixei-os na área de trabalho de manutenção, para usá-los quando faltar conexão.

Create Synchronicity: para agendar meus backups.

Aulete Digital e The Search Bar: gadgets úteis para a área de trabalho.

Plugins PPTFlex e Oomfo para PowerPoint: o primeiro imita o Prezi e o segundo facilita a inserção de gráficos nas apresentações.

Gizmo Manager: para gerenciar imagens de CD e DVD.

WordWeb: dicionário inglês.

Dropbox: para guardar arquivos na nuvem.

PShutDown: gerencia hora de iniciar programas e desligar o computador.

***

Faço votos de que tanta tecnologia nos acelere, não nos freie!
E você, tem sugestões para dar?

11 de jan. de 2011

Cinco remédios para a gula virtual



O que têm em comum os seguintes conceitos?
  • temperamento — índole, jeito 
  • temperatura — nível (moral, cromático, térmico etc.) 
  • temperado — agradável, equilibrado (clima, vidro, metal) 
  • tempero — sabor, gosto 
  • têmpera — força, vigor, integridade harmônica
  • temperança — …
Pois então: pela própria raiz da palavra, entendemos que a virtude da temperança é a maravilhosa harmonia interna do homem, que associa espiritualidade e esforço físico, paixões e reflexão.

A temperança, tão comumente desprezada, senão desconhecida, não só costuma ser reduzida à mera sobriedade, como também é associada à figura do faquir. Como toda virtude, porém, é eminentemente positiva e sem ela não podemos ser felizes nesta vida e muito menos na vindoura. Além disso, a temperança é uma virtude cardeal!

Posteriormente, veremos as partes integrais, subjetivas e potenciais dessa virtude. Por enquanto, bastam alguns conselhos, que gostaria de focar na vida digital.

*****
1) Dê uma finalidade maior às tarefas que o tornam intemperante na Internet.
Estabeleça o critério e a referência necessários à moderação no uso dessa ferramenta, cujo relativo valor é muitas vezes superestimado.

2) Combata a obesidade informática.
Empunturrar-se continuamente à mesa dos e-mails, rss, sites, músicas, etc. Não basta diagnosticar, é preciso pôr remédio às imoderações. Rebele-se: seja heroico. Transforme-se: seja corajoso.

3) Prefira estar com as pessoas do que estar na rede.
Antes ainda: prefira rezar, que é estar com as Pessoas divinas. Não há rede mais ferrada do que essa: é a Internet .0.

4) Peça perdão aos outros pelos destemperos.
Desatenção por causa da Internet, grosserias, explosões, caras feias, desculpa furada de TPM, irritação com a segunda-feia, etc. Fora eventuais arrotos, remelas e chinelos indevidos.

5) Busque voluntariamente algumas grandes renúncias para conquistar o senhorio.
Jejue, por exemplo. Pode ser dos sentimentos, além de muitas outras coisas

*****
Deixe-me lhe perguntar:
De que jejum você precisa?

8 de jul. de 2010

Últimos updates

“Ideia” sem acento

Meu MS Office 2007 está com problemas. Para ser sincero, ele nunca esteve bem. O cúmulo foi a semana passada, quando parou de salvar e depois deixou também de abrir os arquivos.

Ao tentar encontrar uma solução para o problema, me deparei com dois programas interessantes:

1. Uma atualização do corretor ortográfico português conforme a nova ortografia.

2. Um “desentupidor” de desinstalação da Microsoft, para remover até o osso os programas indesejados.

Claro que nenhum dos dois solucionou o problema, que eu contornei desabilitando um suplemento que veio com o próprio Office. A solução será mesmo comprar o Office 2010, que é muito melhor.

Mão na roda

No capítulo portáteis, recomendo o canivete suíço do sistema: Revo Uninstaller.

Acabei de conhecer o Glary, que pareceu mais ágil do que o Revo, embora não seja portátil.

Quesito HTML

Para não deixar a rede de fora, também deixo aqui minha últimas experiências.

Primeiro, incorporei as Google Fonts ao blog.

Depois, fiz um clone do Depósito de ideias no Facebook. O processo é relativamente simples, posto que tortuoso:

1. Entre em http://www.facebook.com/pages/ e clique em “Criar página”. Marque a opção “Marca, produto ou organização” e selecione “site” no menu popup.

2. Importe o feed do seu blog, ou através das notas (que prefiro deixar para o RSS do Twitter), ou através do aplicativo NetworkedBlogs (peça para ele postar imediatamente alguma coisa de teste, do contrário terá de esperar até ele importar a próxima postagem que você publicar).

3. Avise aos seus amigos. Quanto seu blog no Facebook tiver 25 fãs ou mais, entre na página de perfis e substitua o ID da sua página no Facebook por um nickname (que será definitivo, pois o Facebook não o permite mudar).

4. Você também pode querer incluir um gadget do Facebook no seu blog. Escolha-o na página de plugins, lembrando-se de inserir no modelo apresentado o ID da sua página no Facebook.

1 de jun. de 2010

Reciclando o Formspring


Posso dizer que o extinto Formspring desafiou minha paciência. Nunca desgostei da ideia, mas muitas vezes fiquei com a impressão de ser algo inútil.

Provavelmente, a razão da minha irritação era o anonimato. Quando você responde algo, espera estabelecer diálogo, o que é impossível sem conhecer o rosto e a voz de quem o escuta.

A primeira pergunta que respondi foi:

Pq fez isso aki?
Por que gosto de descobrir os que bancam de anônimos.

A segunda pergunta, de uma pessoa que, até onde sei, não se me faz de anônima (o que é a exceção da exceção, pois 99% das vezes não sei quem me fala), foi:

E os que não bancam anônimos? kkkkkkkkkk
Quem dá a cara merece tapas e beijos.

Claro que também existem as bestas de plantão, que enviam questões imbecis e perguntas ofensivas ou indiscretas. Se não estou com disposição de zoar a resposta, apago a pergunta sem dó nem piedade. Ultimamente, tenho preferido apenas declarar:


Mas, por outro lado, percebi que:

1. Algumas pessoas tímidas podem estar por trás das mesmas persistentes indagações.

2. Várias perguntas evidenciavam que seus autores tinham lido textos meus, servindo-me isto de feedback.

3. Fui puxado pela língua para falar de certos temas que, do contrário, não abordaria.

De qualquer jeito, ainda que o Formspring não me pareça de todo inútil, resolvi mudar minha política. Reduzirei drasticamente minhas respostas apenas às perguntas que, de fato, valham a pena.

Por outro lado, já que gastei tempo respondendo a temas candentes, nada mais justo do que resumir neste blog algumas respostas, tornando-as acessíveis. Com efeito, defeito do Formspring é não possuir buscador, favoritos nem categorias.

Além disso, torno mais leve para mim o fardo que eu mesmo me impusera de escrever habitualmente. Escrito já está: basta-me só copiar e colar.

Portanto, a partir de agora, sob o marcador reciclagem, trarei à baila pequenos resumos do dito ao ouvido anônimo para que não caia no olvido popular.

O que você me diz? O que está por trás de tanto anonimato?

19 de abr. de 2010

Fluxo midiático: duas formas de encarar e cinco de surfar

Difícil explicar como me embrenhei nesse mato das redes sociais, feeds e adjacências. Útil contar as experiências adquiridas. Pedagógico compartilhar as preocupações.

Dois princípios de atuação

1. Onipresença virtual: parti do pressuposto de que o mais importante é que encontrem você com facilidade. A menos que você queira se esconder ou goste de publicar coisas comprometedoras (CPF, hora que vai no banco, etc.). Nesse sentido, qual seria o problema em ter conta em vários serviços, mesmo que não os utilize? São gratuitos e a maioria avisa as interações por e-mail. Tenho amigos que só usam Orkut (que eu desgosto e não mexo) e outros que só usam Facebook (que aprendi a gostar). Alguns desses amigos não respondem a e-mails. Além disso, garanto dessa forma a exclusividade do meu apelido (que tenho a sorte de que seja curto e original: @narajr).

2. Convergência digital: isso me deu um certo trabalho para montar, mas a integração das principais redes me permite concentrar a produção no blog e os insumos nos feeds, vindo o Twitter a ser um intermediário público e o Facebook, um intermediário privado. Assim, compartilho os feeds de que gostei e twitto algumas ideias que escreverei, sem precisar abrir janelas ou gastar muito tempo.

Adoro compartilhar minhas descobertas e aprender das conquistas alheias. Acho que assim me tornei um conector e conheci bastante gente.

Inconvenientes? Os mesmos da vida de um carteiro. Os honestos desconhecem o conteúdo das cartas. Os espertos seduzem as destinatárias dos remetentes.

Esta é uma frustração minha: raras sãos as pessoas com quem é possível manter um diálogo elevado. Quando isso é possível, são mulheres. 95% dos homens são ogros superficiais ou repetidores mudos. Na Internet, é mais fácil conseguir namoradas do que amigos, tornando-me, em seguida, vítima em casa de crime passional.

Cinco formas de não se afogar nas ondas das redes sociais

1. Tenha horário fixo para suas responsabilidades e pendências. Não permita que as redes sociais quebrem os diques.

2. Rechace, delegue ou, na pior das hipóteses, postergue os pequenos favores que lhe peçam: aquele link maneiro, aquela foto perdida, o tal arquivo imprescindível, o artigo fundamental.

3. Pesquise e colha dados (em sites e feeds) em horário fixo e compartimentado, simultaneamente ignorando e-mails, tweets, scraps e assemelhados.

4. Faça uma escala para as marés altas. Nessas horas deixe fluir a reatividade: escreva tweets, responda as mensagens, reencaminhe as novidades. Mas lembre-se: maré não é tsunami.

5. Reduza o controle supérfluo do fluxo. Se feito com frequência, é um trabalho inútil e denota insegurança. Basta ler um relatório automático mensal do seu blog feito pelo Google Analytics ou fazer uma faxina do seu Twitter de vez em quando.

9 de fev. de 2010

Dia da Internet Segura

Hoje é o Dia da Internet Segura, que tem como meta promover a utilização segura da Internet e mobiliza para isso países de todo o mundo.

O tema de 2010 é “Pense antes de postar”.

Isso parece bem bonito, mas tem muita gente que “posta consciente” e inconscientemente faz um mal danado.

Explico-me:

1) Confusão de valores, carência de uma visão antropológica sadia, vícios intelectuais, preconceitos pseudoculturais, etc., podem fazer parte do nosso pacote mental.

2) Por isso, ainda que não haja dolo, pode haver culpa naquilo que externamos. Um exemplo: contar um monte de histórias de duplo sentido sobre amor e traição e depois dizer que é a favor da família. Equivaleria a dizer que gosta muito da mãe, apesar de brincar com a sua honra.

Louvo a iniciativa, mas precisamos estar alertas para não achar que, só por temos boa intenção, estaríamos agindo bem. Em resumo: viver a caridade sim, mas na verdade.

Uma boa sugestão para esse dia é experimentar os filtros de conteúdo para Internet. Eu utilizo o Netfilter.

Funciona como uma grade que impede de cair da varanda. Bom para as crianças, mas também para os adultos.

25 de out. de 2009

Mais de 9 ferramentas para seu site

1. Google:
1.1. E-mail corporativo (http://www.google.com/a/cpanel/premier/new)
1.2. Perfil (http://www.google.com/profiles/)
1.3. Código Web (http://code.google.com/)
1.4. Feeds turbinados (http://feedburner.google.com/)
1.5. Análise de tráfego (https://www.google.com/analytics/)
1.6. Ferramentas para webmasters (https://www.google.com/webmasters/tools)
1.7. Links inscritos (http://www.google.com/coop/subscribedlinks/)
1.8. Álbum de fotos (http://picasaweb.google.com/)
1.9. Rede social (http://google.com/friendconnect)


2. Outras ferramentas:
2.1. Controle analítico (www.pingdom.com)
2.2. Régua de ferramentas (http://wibiya.com/)
2.3. Widgets (http://www.widgetbox.com)
2.4. Compartilhador (http://www.addtoany.com/)
2.5. Graduador (http://www.grader.com)
2.6. Indexação de blog (http://blogblogs.com.br/)


3. Mindcast (http://twitter.com):
3.1. Avisar feeds (www.twitterFeed.com)
3.2. Programar tweets (http://futuretweets.com/)
3.3. Fotos no Twitter e no Facebook (http://www.mobypicture.com)


4. Apresentações online (http://slidexsix.com)


5. Enquetes (http://www.polldaddy.com/)


6. Fórum de sugestões (http://www.uservoice.com/)


7. Avatar (http://en.gravatar.com)


8. OpenID (https://myvidoop.com/)


Você tem outras dicas?

11 de set. de 2009

Comunidade virtual para amantes da leitura

Há duas comunidades virtuais no Brasil para trocarmos figurinhas literárias com ledores geeks. São nerds não tanto pelo que leem (embora creio que isso influa um pouco, mas a esse respeito pretendo numa próxima postagem), mas sim pelo gosto que têm em "virtualizar" a prática sumeriana das letras.

A primeira comunidade apenas a cito para lhes oferecer alternativa: http://www.olivreiro.com.br/. Mais bonita, porém pouco amigável. Fiz o cadastro, mas dela já desisti…

Prefiro a comunidade http://www.skoob.com.br/, que me foi indicada por Paulo Fodra. Mais básica, só que funciona melhor. Ainda não tenho aquela experiência no negócio, mas me pareceu interessante, entre outras razões, porque permite registrar de forma inteligente e interativa as leituras.

Eu já vinha fazendo alguns registros pessoais, com o objetivo de avaliar meu "rendimento" literário (se é que isso se mede pela quantidade de livros por mínimo de tempo), assim como a variedade dos temas que tenho por hábito escolher.

Se você me quer achar por lá, clique aqui.
Pouco a pouco irei completando as informações.

5 de set. de 2009

Crianças e mídia: brincadeira saudável


Três sugestões interativas saudáveis e seguras para crianças:

1) Jogo educativo.
Para exercitar a lógica, a percepção das leis da mecânica e o sentido espacial:

2) Rede social para crianças.
Foi criado por uma mãe preocupada com a entrada dos filhos no Orkut:

3) Informações sobre videogames.
Conteúdo e classificação indicativa. É cada vez mais importante que os pais conheçam o que os filhos jogam. Podem ser bons guias na hora de comprar um game para o seu filho:

28 de ago. de 2009

#FollowFriday (ou porque não sou nazista)

Quem usa o Twitter sabe que às sextas-feiras há o costume estranho de ficar recomendando pessoas. Digo estranho por que poucos se dão ao trabalho de dizer porque as recomendam. É o famoso #FollowFriday ou #FF.

A coisa soa mais ou menos assim:
#FollowFriday: @fulano @beltrano @sicrano

Prefiro escrever em português: #SigaSexta ou #SS. Mas não sou nazista por usar SS. É mera questão de nos libertarmos do servilismo idiomático de que padecemos. Por que dizemos “deletar” em vez de delir? “Acessar”, em vez de aceder? Bem, essa é outra história.

Efetivamente, parece importante renovar nossa lista de seguidores. Alguns, que pareciam interessantes a princípio, revelam-se chatos de gangorra, chatos de galocha, chatos de etc. Falam mal do trabalho, do dia, da semana, da segunda-feira, etc. Ou são sujos, porcalhões. Ou resolvem dar uma de emancipados, assumindo como qualidade a sem-vergonhice.

Não estou dizendo que sempre dou unfollow nesse pessoal: é claro que a gente pode dar um toque no amigo, prevenindo-o:
@chato: OFF!

Então, para facilitar o desafio de encontrar gente legal no Twitter, o #FF (ou #SS) vem a calhar. Soube de gente que transformou suas recomendações em postagens do próprio blog: isso é que é amizade!

Espero ter ajudado. Se quiser que eu o recomende, escreva para mim! E não deixe também de me recomendar (@narajr) a seus amigos!

13 de jul. de 2009

Textos clássicos na Palm


Conseguir ler em paralelo, na Palm (e assemelhados!), textos em grego, hebraico e latim, com direito a integração com dicionário, além de ser de graça, confesso que não esperava muito.

Fiquei apaixonado pelo programa Bible+, que permite isso e mais um pouco. Por isso, deixei grande parte do material de que disponho no site http://bibleplus.weebly.com/. Fora a Bíblia, os Analectos e Homero, e pretendo um dia fazer a Commedia e outras epopeias.


Dê uma passada por lá e baixe o que quiser. Qualquer dúvida, entre em contato.
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