8 de jul de 2012

Sete razões para escolher Android e não iPhone

Troquei de celular. Minha Palm Pixi morreu há três meses e me vi na necessidade de migrar de plataforma. (Permitam-me uma digressão: a pioneira Palm mereceria um estudo de caso acerca de sua incompetência empresarial.)

À hora de escolher, fui inexoravelmente compelido a optar pelo Android. Até o momento, superou minhas expectativas. Aponto abaixo as razões da minha escolha:

6. O Android permite customizar completamente sua área de trabalho. Para quem gosta de penduricalhos, widgets, coisas girando, etc., é muito bom. Abaixo aquela coisa quadrada de ícones antiquados. Há até uma mídia social para trocar essas soluções: http://mycolorscreen.com/.

5. O Android é open source, isto é, não se importa se você hackeia o telefone. E se o mercado de aplicativos pode conter lixo, não importa. Garimpagem faz parte da índole de qualquer bom comprador. Onde há liberdade de mercado há maior crescimento.

4. O Android é, verdadeiramente, multitarefa. Como um microcomputador, permite alternar entre os aplicativos, que rodam em paralelo. E, para meu consolo, é possível fechar os programas como eu fazia na Palm: apenas arrastando a janela para fora da tela. Além disso, o Android roda flash. Assim, é desnecessário usar buscadores customizados que se adaptem ao conteúdo da rede.

3. O Android roda numa centena de aparelhos, à sua escolha. O iPhone só roda em dois. Você pode optar por um celular com teclado, ou com troca de bateria, ou com tela maior, ou tela menor, com entrada HDMI, ou USB, etc. Além disso, Android é o que mais se vende no mundo. Fragmentação pode parecer confusão, mas é sinônimo de opção.

2. O Android é plug and play. Estou livre daquele maldito iTunes invasivo.

1. O Android é da Google. Ou seja: integra tudo.

Ø. iPhone é grife. E eu nunca pago por etiqueta.

É óbvio que, ao escolher o Android, abro mão da excelente assistência técnica e da robustez da maçã do Steve Jobs. Mas existem mais coisas nesse mundo da informática além de conforto e segurança.

Minha única frustração foi não ter encontrado um aplicativo decente para ler a Bíblia em várias línguas, como havia na Palm. Os que mais se assemelham são pagos e fechados, todos restritos aos critérios arbitrários da bíblia King James. É pura miopia intelectual dos desenvolvedores protestantes, assim como lamentável desinteresse e triste omissão dos desenvolvedores católicos. De qualquer jeito, isso também não existe para iPhone.

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Prometo para breve um aplicativo deste Depósito de ideias.
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