O segundo passo é a declaração “Deus sim, Cristo não”, oriunda da Revolução Francesa, que relativiza o papel salvífico de Jesus, ainda mais com a influência das religiões orientais e de cultos orientalistas.
O terceiro estágio é alcançado com a negação de um Deus pessoal: “religião sim, Deus não”. Ou seja, o desenvolvimento de um pretenso potencial divino dentro do homem passa a ser o objetivo da “espiritualidade”. Nesse sentido, vide a cientologia.
O passo final é a negação do próprio sentido religioso: “sacro sim, religião não”. O contato com o sagrado é dissociado da piedade, da religiosidade; a reverência e o abandono são substituídos pelo domínio e a manipulação da esfera sacral. Isso se constata na magia e no espiritismo, porém é mais acentuado na moda New Age, que é mais uma network do que uma seita ou um movimento.
