
Um método?
Gosto de imersão.
Para imergir, ouvir noticiários em latim, utilizar o software Rosetta Stone (procure no Google, OK?) e ouvir áudios.
Imersão é ouvir, viver, falar latim.
OU SEJA, TENTAR AO MÁXIMO ESTAR PRÓXIMO DELE DE MANEIRA PASSIVA.
Para facilitar as coisas:
Imersão é ouvir, viver, falar latim.
OU SEJA, TENTAR AO MÁXIMO ESTAR PRÓXIMO DELE DE MANEIRA PASSIVA.
Para facilitar as coisas:
- blogs: http://www.inrebus.com/index.php e http://www.grexlat.com/index.asp
- noticiário: http://yle.fi/radio1/tiede/nuntii_latini/ (prestando bem a atenção, até dá para pegar alguma coisa, pois fala de coisas atuais)
Gramática?
Gramática não é a mesma coisa que método.
Gramática não é bom método de aprender uma língua.
Evite as que misturam as duas coisas. As crianças primeiro falam, depois estudam gramática, certo?
Em minha opinião, a melhor gramática de latim já publicada no Brasil é a Gramática da língua latina, de Ernesto Faria (2ª edição revista por Ruth Junqueira de Faria), publicada em Brasília pelo MEC/FAE em 1995.
Últimas observações
Vocês devem estar se perguntando se o latim eclesiástico é diferente do latim clássico. Basicamente, só na pronúncia. Os áudios acima seguem a pronúncia restaurada.
Mas… o latim da Nova Vulgata, por exemplo, é calcado no hebraico e no grego, o que lhe confere um estilo bisonho.
E o latim da liturgia? Algumas orações e outros hinos renascentistas são superdifíceis porque os autores foram mais estilosos, resgatando o estilo clássico. Afinal, poesia é sempre mais difícil.
Curioso é que o latim bisonho, por ser mais literal, é mais fácil de pegar. Por isso, ler a Bíblia em latim pode ser um bom começo. Já se conhecendo as histórias, entende-se o texto mais facilmente.
Em resumo: não há “vários latins”. Há um só, com duas pronúncias. Um só, com textos mais estilosos ("clássicos"), outros mais “povão” e outros “medianos”.
Gramática não é a mesma coisa que método.
Gramática não é bom método de aprender uma língua.
Evite as que misturam as duas coisas. As crianças primeiro falam, depois estudam gramática, certo?
Em minha opinião, a melhor gramática de latim já publicada no Brasil é a Gramática da língua latina, de Ernesto Faria (2ª edição revista por Ruth Junqueira de Faria), publicada em Brasília pelo MEC/FAE em 1995.
Últimas observações
Vocês devem estar se perguntando se o latim eclesiástico é diferente do latim clássico. Basicamente, só na pronúncia. Os áudios acima seguem a pronúncia restaurada.
Mas… o latim da Nova Vulgata, por exemplo, é calcado no hebraico e no grego, o que lhe confere um estilo bisonho.
E o latim da liturgia? Algumas orações e outros hinos renascentistas são superdifíceis porque os autores foram mais estilosos, resgatando o estilo clássico. Afinal, poesia é sempre mais difícil.
Curioso é que o latim bisonho, por ser mais literal, é mais fácil de pegar. Por isso, ler a Bíblia em latim pode ser um bom começo. Já se conhecendo as histórias, entende-se o texto mais facilmente.
Em resumo: não há “vários latins”. Há um só, com duas pronúncias. Um só, com textos mais estilosos ("clássicos"), outros mais “povão” e outros “medianos”.