Indubitavelmente, nosso dia a dia foi impactado pela nova cultura midiática, transformando a sensibilidade e afetando a forma de tratar com as pessoas e, ainda mais, com Deus.
Já li que a média de checagens diárias ao Facebook é de 14 vezes por dia. O efeito desse hábito pode ser desastroso, pois Deus não costuma se comunicar da mesma forma que a maioria das pessoas. Embora ele goste das pequenas coisas que você gosta e se alegre vendo a foto do último prato de comida que você comeu, isso é muito pouco para ele (e para você também).
Como deve ser nossa comunicação com Deus? Que passos dar para tornar esse diálogo mais robusto?
Primeiro, é preciso fazer do tempo gasto com a Bíblia e com a Eucaristia uma decisão diária. A Bíblia são as mensagens e a Eucaristia são as fotos que Deus põe na sua timeline. Para vê-las, desligue o celular e saia do PC.
Depois, é preciso encontrar a Deus no próximo de carne e osso. A textura da pele traz motivação para a vida. Insanidade é fazer a mesma coisa todo dia do mesmo jeito, de novo, de novo e de novo, e esperar resultados diferentes. Inove!
Por fim, é preciso contabilizar os follows e unfollows (acertos e equívocos) mediante um bom exame de consciência diário, que lhe diga claramente se você fez de Deus a prioridade da jornada. Certamente, ele cutucou você. Você o cutucou de volta?