- excelência buscada e manifestada nas metas de rendimento;
- conteúdo de saberes acumulados na memória;
- forma mentis adquirida mediante a transformação da afetividade pelos saberes adquiridos.
O primeiro é o menos profundo. Tanta gente estuda para passar, fingindo excelência.
O passo intermediário é ambivalente. Muitas vezes torna-se a erudição vazia: ou máscara de um coração torto, ou justificativa para a curiosidade inútil.
O último passo é essencial. Poucos modificam sua conduta, preferências e interesses, por causa do conhecimento adquirido.
Há quem brinque que “pensar fede”. Na verdade, pensar exige método, cria hábitos intelectuais de apreensão, juízos e raciocínios (de modo a distinguir as afirmações fundadas das gratuitas, os fatos das opiniões, a verdade do erro). Ou seja, estudar é uma atitude de vida, um modo de estar aberto à realidade. O que fede é a inveja dos molengas.
