Dizem que o amor é cego.
Acho que o amor é bêbado.
Ele não está de sacanagem. Só que, no bafômetro da vida, qualquer indício é cana certa.
Ainda que Agostinho tenha dito “ama e faze o que quiseres”, fazer o que dá na telha não é sinal de amor.
Por isso, vamos trabalhar, que divagar atrapalha.
