Esses estilos não são excludentes, mas se dão em certa proporção em cada um de nós, com predominância de algum deles.
Mais importante do que distinguir um tipo de outro, é tornarmo-nos capazes de interagir com cada uma dessas figuras.
Visual
É o sujeito que se vale de imagens, gráficos e figuras para se comunicar. Vive com um lápis na mão, uma caneta na orelha e expressões como “veja só”, “olhe isso”, “enxergo o que você está dizendo”.Fique atento, pois, em geral, gente assim costuma falar rápido. O risco é ter pouco conteúdo, como um filme enlatado.
Auditivo
É uma onomatopeia ambulante, sonoplasta amador. Gosta de usar “clic”, “crash”, “bum”, “pum” e assemelhados.Seja paciente com as pessoas desse estilo, pois costumam falar com moderação e ritmo, como se estivessem cantando. O perigo é passarem por infantis, perdendo o moral que mereceriam por suas ideias.
Sinestésico
Característica desse estilo é o toque e a ação. Parece que precisam do tato para falar e do teatro para fazer-se entender.Além de falar devagar, usam muito expressões como “contato” e “segura essa”. Correm o risco de serem rechaçados, especialmente se forem close talkers e, pior, se tiverem bafo. De vez em quando tenho vontade de dizer a uns tipos desses: — Sai do meu quadrado!
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Você tem sabido lidar diferentemente com as pessoas, de acordo com o estilo delas?
E você, como é? Como gosta de que interajam com você?
