21 de jan de 2010

Cinco motivos para ler mais

Já tinha feito anteriormente algumas considerações sobre as leituras. Nos próximos dias, que tal explorarmos outras de suas dimensões e vantagens?

1. Para ter fecundidade intelectual.
São Paulo, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino são bons exemplos. Sem muito estudo e leitura, não seria possível a veemência de seus escritos, a força de suas palavras, a penetração de seu pensamento.

2. Os homens se pescam pela cabeça.
Ninguém persevera em algo sem reflexão; do contrário, não vislumbrando seu sentido, logo o abandona.
Uma nota característica de uma pessoa não massificada é o cultivo da inteligência e a preparação cultural.

3. Responde às necessidades do nosso tempo.
Antigamente, havia universalistas, como Poincaré.
Hoje, com a extensão e a intensidade da ciência moderna, é mais comum dividir o trabalho intelectual.
Contudo, diante das crises mundiais, da resposta insuficiente das ciências e do reducionismo intelectual de tantos e tantas, surge uma nova exigência de extensão e profundidade.
É premente aproveitar melhor os tempos livres para prestar um melhor serviço intelectual.

4. É uma proposta perene para velhos problemas.
A recuperação dos estudos humanísticos é uma afirmação da primazia do espírito sobre a matéria.
As propostas materialistas e utilitárias reduzem o alcance da vida intelectual e espiritual.

5. Resgata bons hábitos.
“O nosso tempo é vivido em contínuo movimento que muitas vezes chega à agitação, caindo-se facilmente no risco de ‘fazer por fazer’. É preciso resistir a esta tentação, procurando o ‘ser’ acima do ‘fazer’” (João Paulo II, Novo Millennio Ineunte, 15).
Além de fazer, também vale a pena contemplar e meditar: adquirir hábitos de contemplação estética e intelectual.
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