27 de mar de 2013

Maria Patrulha


Já reparei como, de vez em quando, vem uma alma peregrina me azucrinar na Internet porque exprimi publicamente alguma opinião desconforme ao ideário liberal pós-moderno. Até aí tudo bem, pois gosto de trocar ideias.

O galho é que esses interlocutores só aparecem quando falo de certos assuntos. E aparecem em questão de segundos. Estou me convencendo de que os grandes lobbies ideológicos fazem o patrulhamento da Internet, utilizam os alertas do Google ou coisa parecida…

Afinal de contas, escrevo sobre um monte de coisas e ninguém comenta nada. Entretanto, basta eu falar, por exemplo, que a família monogâmica é o melhor negócio que já aparece um “maria-patrulha” para me tachar de radical.

Os “malucos da machadinha” estão em todos os lugares e, pela a Internet, pertinho de nós. Por exemplo, uma pessoa investigou uma doida (que se dizia médica, mas era à favor do aborto e enchia a paciência com um discurso de tolerância), e descobriu que ela já tinha sido presa e responde pelo sequestro de um bebê.

A patrulha dos “ismos” extremistas é ativa, atenta e chata. Apela e ofende. Não se pode ter opinião a não ser a dela.

Stalkers. Estranho é como procuram por nós, mesmo quando nós estamos fora do seu circuito. Eles vasculham pelo tema da sua vida. Mas só vão atrás de pessoas convictas do contrário, o que é ineficaz, evidentemente.

Para convencer alguém, deveriam ir aos indecisos. Mas eles não desejam convencimento. Querem desmoralizar e desautorizar as opiniões discordantes. É método: pregam o pensamento único.
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