20 de nov de 2012

Treze manifestações de soberba

A soberba é o mais feio dos vícios. Consiste na idolatria de um bem aparente muito particular: o próprio eu.

Tão ou mais difícil que combater esse vício é perceber sua malícia. O amor próprio parece assaz natural, a ponto de prejudicar a frieza necessária para uma autoavaliação equilibrada.

Seus vícios conseguintes são o orgulho, a vanglória, a vaidade, a timidez, a vergonha, os respeitos humanos e, até, o desprezo de Deus.

A soberba é uma hidra com muitas cabeças, cujo veneno desgraça a vida. Identifiquemos algumas delas, façamos um elenco das suas manifestações:
  • Visão sistematicamente ácida e negativa acerca de tudo. 
  • Tristeza cultivada e defendida. 
  • Crises de consciência diante dos conselhos recebidos. 
  • Falta de vibração diante dos pequenos detalhes do amor. 
  • Explosões de ira. 
  • Criar uma teoria da conspiração. 
  • Achar que nos exigem muito. 
  • Endurecer com os próximos e conhecidos, e amolecer com os distantes e desconhecidos. 
  • Desprezo das amizades. 
  • Preferir a própria excelência à dos outros. 
  • Fazer os pensamentos, conversas e gestos girar vaidosamente em torno de si. 
  • Suscetibilidade enfermiça. 
  • Simular dor, tristeza e doença para obter consolo. 
Por outro lado, há cinco armas para se combater a soberba:
  • Considerar frequentemente a “ladainha do nada”: não posso nada, não valho nada, não sou nada… 
  • Conhecer a humildade, desejá-la, buscá-la e pedi-la a Deus. 
  • Encontrar alegria em servir abnegadamente os demais. 
  • Retificar a intenção muitas vezes ao dia, especialmente nos triunfos e fracassos. 
  • Ser agradecido, também e em particular nas humilhações.
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