5 de out de 2009

Tipos de ser humano

Homens de ponta, de proa, de bandeira
Ser homem de bandeira não é o mesmo que ser homem de bando.

Este é estreito de cabeça e julga com base em preconceitos. É sectário. Tipo que divide o mundo em bons e maus, e pensa que os bons são os do seu bando.

Homem de bandeira
 arrasta, torna-se referência, causa emulação.

O homem mundano, comum, vulgar
Contudo, também existe o homem inexpressivo, anódino, insosso. Muitos cedem ao comodismo de não chocar, evitando ser diferentes. Ora, conviver não equivale a mimetizar os costumes.

Sem dúvida, as pessoas notam a austeridade e reconhecem a exigência que alguns se impõem. Por isso, estes costumam ser tachados de gente especial ou de flores de estufa. É que o mundano, que não tolera a virtude, confunde secularidade com laicismo.

Carisma da normalidade
O mundanismo pode ser comum, mas não é o normal — a norma — para o ser humano. O homem de proa supera a mediocridade reinante cultivando especialmente duas características:

1. Prestígio:
a) Não é um profissional neutro, mas faz do seu trabalho um autofalante dos valores em que acredita.
b) Não é um profissional insípido, mas entusiasma seus colegas com atenção, amizade e espírito de serviço.
c) Não é diletante, mas está sempre crescendo em capacidade, profundidade, experiência e visão global no trabalho.

2. Amor à liberdade:
a) Respeita os gostos, as opções e as opiniões alheias.
b) Reconhece a alteridade, tratando com os colegas de igual para igual, não de consultor para consulente.
c) Sabe convencer as pessoas com o carinho, a compreensão e o exemplo.

De que bandeira você é?
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